José Manuel Barbosa (2000 /…), Armando Ferraz (2009 até 2016), Luís Lima (2010 até 2015), Marco Mendes (2010 até 2024), Nuno Sousa (2019-2020), Vítor Silva (2000 até 2025)
mais recentemente: Fábio Araújo (2021 /…)
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Se utilizar imagens aqui apresentadas deve indicar a fonte.
(autor do desenho e Desenho2FAUPBlogspot.com)
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Desenho de Comunicação
Os desenhos apresentados correspondem a exercícios com orientações específicas e tempos de execução distintos.
Desenho de comunicação:
- economia e eficácia; composição e montagem. Intenção expressiva e exigência objectiva do desenho de arquitectura. Processos de composição final de imagens, no sentido de comunicar formal e expressivamente um projecto.
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Desenho de Comunicação
Os desenhos apresentados correspondem a exercícios com orientações específicas e tempos de execução distintos.
Desenho de comunicação:
- economia e eficácia; composição e montagem. Intenção expressiva e exigência objectiva do desenho de arquitectura. Processos de composição final de imagens, no sentido de comunicar formal e expressivamente um projecto.
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«Há uma questão que me interessa muito da poesia, é o rigor absoluto no emprego da linguagem, creio que há muitas afinidades entre o processo criativo do poeta e a forma de trabalhar em arquitetura, em ambas é necessário rigor, essencialidade, claridade de discurso, uma mistura de ideias rápidas, aparentemente espontâneas mas provenientes de um trabalho imenso»
Siza Vieira
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Jéssica Andrade, A3, 2019-2020 |
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Cristina Tasso de Sousa, A3, 2018-2019 |
Luís Filipe Carreno, A3, 2018-2019 |
Luís Filipe Carreno, A3, 2018-2019 |
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Eliana Santos, A4, 2017-2018 |
Maria Eduarda Filipe, A5, 2017-2018 |
Ricardo Martins, A3, 2017-2018 |
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«O pensamento do desenho capta através da singularidade dos seus processos, expressivos e técnicos, a distinção e a relação como pensamento. Daí que a plenitude do nome desenho se estruture na dupla categoria de objecto e conhecimento, ao mesmo tempo produção e produto, fenómeno sensível e inteligível, presença e “conceito”, definindo as categorias externas ao seu próprio modo de pensar.
Descrever ou definir o desenho nada explica da sua condição instrumental e expressiva. O desenho não é um instrumento de intervenção sobre o real, ou um instrumento operativo do projeto, sem ser ao mesmo tempo, a relação do real e o projeto da sua própria construção, a partir do qual se constitui a pretensão artística e não-artística das imagens».
Vítor Silva
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Manuel Adrián Costa, A3, 2016-2017 |
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Patrícia Livramento, A3, 2016-2017 |
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Beatriz Nunes, A2, 2015-2016 |
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«De facto, a vista perspética é, ao mesmo tempo, um desenho representativo e expressivo, enquanto ilustra com o maior rigor fiável o resultado figurativo formal do projeto arquitectónico; para além disso, esclarece – ou é capaz de esclarecer – quais são os aspectos do projeto aos que o autor trata de atribuir uma função hierarquicamente proeminente em relação a outros aspectos, para ele, menos interessantes».
Luigi Vagnetti
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«o corpo humano, enquanto construção biológica, psicológica e cognitiva, é o gerador das coordenadas do espaço, das dimensões e ritmos do tempo da percepção. (...). O corpo movimenta-se, rompe a inércia, (re)conhece o espaço que o envolve nas percepções do seu sentir».
Alberto Carneiro
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Eunice Soares, A2, 2013-2014 |
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